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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Segundo dia em Bangcoc

Acordamos animados, afinal iríamos à atração mais visitada de Bangcoc: o Damnoen Saduak, mercado flutuante a 104 km da cidade (quase duas horas de minivan), situada num vilarejo pitoresco na província de Samut Songkhram.

Nós pagamos um tour já saindo do hotel que conduz diretamente para os piers do mercado. Pagamos, cada um, 700 Baht/U$ 22. Há uma parada no vilarejo, onde trocamos de van para acessar os canais. O passeio de barco no meio do comércio flutuante é pago à parte: 150 Baht/U$ 5. Dura 1 hora e é imperdível. É um dos turismos mais autênticos da Tailândia. Retornamos ao centro da cidade às 16h. Quem optar pelos tours feitos pelas agências, melhor comprar o pacote no hotel. Sai mais barato e é mais seguro.
  
Pode-se também pegar os ônibus 78 ou 996 no Terminal de Thonburi em Bangcoc com direção ao Damnoen Saduak, parando na estação da cidade. Partem a cada 20 minutos, das 6h às 21h. Passagem a 80 Baht/U$ 2,60. Algumas empresas rodoviárias já vendem o pacote completo, levando os turistas até os piers do mercado. Valor total: 300 Baht/U$ 10.

O mercado vende tudo: artesanato, frutas tropicais, legumes frescos, sucos, comida local (inclusive insetos – resquícios dos tempos de guerra) preparadas nas cozinhas dos barcos flutuantes. É tão concorrido que há engarrafamento de barcos, e a maioria é conduzido por mulheres com seus típicos chapéus. É o mercado ideal para tirar fotos. Caso não leve uma máquina fotográfica, pode pagar por um souvenir com sua foto por 200 Baht/U$ 7.

O segundo mercado flutuante mais popular é o Amphawa, não tão grande como Damnoen Saduak, mas a apenas 50 km de Bangcoc e menos turístico, sendo a maioria dos seus visitantes os próprios tailandeses. E ainda há outros menores: Taling Chan, Bang Ku Wiang e Tha Kha.

De volta à cidade, depois do extasiante mercado flutuante, queríamos ir ao Wat Saket, popularmente conhecido como Golden Mount (Monte de Ouro ou “Phu Khao Thong"), uma chedi ou estupa dourada situada numa colina, com uma imensa imagem de Buda e uma bela vista da cidade. Fica aberto das 8h às 17h e a entrada é gratuita. Pegamos, então, um tuk-tuk, mas fomos impedidos de chegar, pois as ruas que davam acesso ao templo estavam fechadas pela polícia que jogava gás lacrimogêneo a fim de dispersar uma manifestação. Nossos olhos começaram a arder muito, sendo que ainda estávamos distantes de toda a confusão. Resultado: nosso condutor nos levou a outro templo – Wat Trimitr.

Wat Trimitr fica no final da rua Yaowarat, no distrito de Chinatown, perto da Estação Ferroviária Hua Lamphong. O templo abriga a maior imagem do Buda sentado, feita de ouro maciço, do mundo. Mede cerca de cinco metros de altura e pesa cinco toneladas e meia. No passado, os artesãos trabalhavam os Budas em ouro e encobriam as estátuas com estuque e gesso para esconder dos exércitos invasores.
O local abriga um pequeno museu que conta a história da criação de Chinatown em Bangcoc.

O nosso condutor nos aguardou e nos levou para o Wat Pho ou Wat Phra Chetuphon (Templo do Buda Reclinado), o último que visitaríamos. Fica perto do Grand Palace e é o mais antigo e o maior templo de Bangcoc, datado do século XVI. Tem a maior coleção de imagens do Buda no país e o maior destaque é o maior Buda reclinado, com 46 metros de comprimento e 15 m de altura. Ingresso a 100 Baht/U$ 3,30. Aberto ao público das 8h às 16h30. Do Wat Trimitr é possível ir caminhando até o Wat Pho. São poucas quadras de distância. OBSERVAÇÃO: é muito comum os tuk-tuks pedirem, em algum momento do trajeto, pedirem para parar em alguma loja (de tecidos, joias e outros). É que levando turistas eles ganham comissão. Deve ser uma pechincha, mas, para não desagradar, aceite. Basta ficar uns 5-10 minutos, olhar algo sem compromisso e sair.  O motorista fica do lado de fora aguardando.

Como já eram 15h, almoçamos antes de entrar no templo. Há um bom restaurante ao lado: Rub Ar Roon Café.

Ao final do dia, passamos num mercadinho para comprar frutas e pães para o café da manhã, já que o do hotel é muito fraco, e também no Terminal 21 para fazer um lanche. Os restaurantes, cafés, mercadinhos/padarias na praça da alimentação são belamente decorados. Cada andar do shopping é personalizado por países: Londres, Japão. A decoração está até nos banheiros que, aliás, são originalíssimos. Cada recinto tem comandos na privada para acionar água, secar e até regular a temperatura da água. 

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